A dor no câncer pode ser controlada. Descubra como a Medicina Intervencionista da Dor atua junto à oncologia para aliviar sintomas, reduzir efeitos colaterais e devolver a qualidade de vida ao paciente na Singular.
Receber o diagnóstico de câncer é um momento desafiador para o paciente e sua família. Mas, infelizmente, junto com a preocupação da doença, surge um medo muito comum: o medo da dor.
Muitas pessoas ainda acreditam no mito de que sentir dor faz parte do processo oncológico. Na Singular – Centro de Controle da Dor, nós lutamos diariamente contra essa ideia. A dor não deve ser normalizada.
Neste artigo, vamos explicar como a Dor Oncológica funciona e, principalmente, como a medicina moderna oferece recursos avançados para que o paciente atravesse esse momento com dignidade, conforto e qualidade de vida.
Por que o câncer causa dor?
A dor oncológica é complexa e pode ter diferentes origens. Entender a causa é o primeiro passo para o tratamento correto na Singular. Basicamente, ela pode vir de três fontes:
- Do próprio tumor: Quando ele comprime nervos, ossos ou outros órgãos.
- Do tratamento: A quimioterapia e a radioterapia, embora essenciais para a cura, podem causar efeitos colaterais dolorosos, como a neuropatia periférica (formigamento e dor nas mãos e pés) e mucosites.
- De causas indiretas: O paciente acamado ou com imunidade baixa pode desenvolver dores musculares ou infecções (como Herpes Zoster) que geram dor intensa.
O papel do Médico da Dor no tratamento do Câncer
O oncologista foca em combater a doença. O Médico Intervencionista da Dor foca em cuidar do paciente.
Quando os analgésicos comuns ou a morfina oral não são suficientes — ou causam efeitos colaterais insuportáveis como sonolência excessiva e constipação —, a Medicina da Dor entra em ação.
Na Singular, trabalhamos com a “Escada Analgésica” da OMS e vamos além, utilizando procedimentos minimamente invasivos que entregam o alívio direto no foco da dor, permitindo muitas vezes a redução da medicação oral.
Tratamentos Avançados na Singular
Existem tecnologias e técnicas específicas para casos oncológicos que devolvem a autonomia ao paciente:
- Bloqueios Neurolíticos: Injeções guiadas por imagem (ultrassom ou raio-x) que interrompem a transmissão da dor em nervos específicos afetados pelo tumor.
- Bombas de Infusão Intratecal: Um dispositivo implantado sob a pele que libera analgésicos diretamente na medula espinhal. Isso permite usar doses micro de morfina (até 300 vezes menores que a via oral) com eficácia máxima e mínimos efeitos colaterais.
- Radiofrequência: Uso de ondas de calor para tratar dores metastáticas (especialmente em ossos ou coluna).
- Controle da Dor Irruptiva: Tratamento específico para aqueles picos de dor súbita que ocorrem mesmo quando o paciente está medicado.
Viver bem é possível, hoje.
O controle da dor não é apenas sobre conforto físico; é sobre permitir que o paciente continue conversando com a família, se alimentando bem, dormindo e mantendo sua esperança ativa.
Se você ou um familiar está enfrentando o câncer, saiba que não é preciso suportar a dor “heroicamente”. O alívio é um direito do paciente e uma prioridade médica.
A equipe da Singular é especializada em casos complexos de dor oncológica. Atuamos em conjunto com seu oncologista para oferecer o melhor suporte possível.
Agende uma avaliação na Singular. Vamos cuidar da dor para que você possa focar no que realmente importa: a vida.

